
não era um sorriso qualquer
era um convite sem trancas ou tramelas
daqueles onde a alma se desnuda e só ouve docilidades
não era um sorriso banal de olhar sedento
não! era morno, solto, envolvente
exalava um frescor confiante
convite para adentrá-lo, navegá-lo
lentamente...
...e de repente como quem adormece me fiz morada
naquele sorriso.
Lene Soares
:) Obrigada, querida!Beijos.
ResponderExcluir*Lindo seu blog, já o sigo!
Ao passar pela net encontrei seu blog, estive a ver e ler alguma postagens
ResponderExcluiré um bom blog,gostei de conhecer o seu blog é daqueles que gostamos de visitar, e ficar mais um pouco.
Tenho um blog, Peregrino E servo, se desejar fazer uma visita.
Ficarei radiante se desejar fazer parte dos meus amigos virtuais, saiba que sempre retribuo seguido
também o seu blog.
Minhas saudações.
António Batalha.
Peregrino E Servo
Conheci o ser humano através da solidariedade e agora conheço a porta através das palavras!
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